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Edu Rc, Analista de Desenvolvimento de Sistemas
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Comentário · há 18 horas
"Supostas pesquisas demonstram que cerca de 1% dos homicídios no Brasil são cometidos por jovens."
-> É difícil fazer esse tipo de afirmação quando menos de 10% dos assassinatos são solucionados. Imagina então roubos, furtos e agressões. Ainda que fosse verdade, se cometeu o crime, qual problema em responder por eles? Pergunte a quem foi furtado ou roubado se faz diferença o marginal ter 14 ou 24 anos? Ou à mulher estuprada, se o marginal ter 15 anos, ter 17 anos 364 dias ou 18 fez alguma diferença... É preciso lembrar que a Lei é para punir a ação reprovável, que o marginal agiu por ESCOLHA e por isso será responsabilizado.

"Além disso, é outro erro grave pensar que atualmente o adolescente não sofre qualquer tipo de pena. O jovem infrator recebe medidas sócio-educativas, as quais sempre respeitarão o seu processo de desenvolvimento."
-> Até parece que ficar preso no máximo 3 anos (e isso está longe de ser a regra) por qualquer tipo de crime, sair de lá como se nada tivesse acontecido fosse indicativo de uma punição razoável. A quem acha essa punição adequada, pergunto: porque então não reduzir a pena para assassinato para no máximo 3 anos? Se acha isso justo para um menor, porque não para um maior de idade?

"Não menos importante é lembrar que o sistema prisional brasileiro há tempos apresenta uma situação catastrófica"
-> Se isso é uma justificativa, então que seja extinto o
Código Penal. Além disso, se o presídio é um inferno, TODO marginal sabe disso e nem por isso deixou de cometer crimes, o que fará deixar o crime?

"não cooperando para a sua reeducação."
-> Crime é uma escolha individual. Se preso, entender que o caminho não é bom, ótimo. Mas como não há um método para mensurar a reedução, também não faz sentido isso ser uma obrigação.

A quem acha que apenas a mudança da Lei é boa, saiba: NÃO é. O que modifica a intenção do criminoso é a certeza da punição. Como dito antes, MENOS de 10% dos assassinatos são solucionados (o que não quer dizer que o marginal seja punido, apenas IDENTIFICADO). Então é preciso sim exigir que as autoridades sejam mais capazes e competentes na solução do crime. MAS, isso não quer dizer que a Lei deva permanecer, pois ainda que seja menor, se cometeu uma ação de adulto é preciso ser punido como tal. Nem que comece em um internato, fique até os 18 e depois vá para um presídio comum.

A quem é contra, pergunta: O que acontece na noite entre ter 17 anos e a manhã que completou 18 anos, que o MESMO crime tem penalidades diferentes? É preciso lembrar que ANTES de pensar no futuro do marginal, há uma vítima que anseia pela punição de quem lhe agrediu.

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Hyago de Souza Otto, Oficial de Justiça
Hyago de Souza Otto
Comentário · há 3 anos
A onda de coitadismo está ganhando força. Uma pena que não existam mais feministas como Camille Paglia. Todo mundo está sujeito a críticas na nossa sociedade (e que nem sempre procedem). Ao mesmo tempo que mulheres são chamadas assim por alguns poucos idiotas, há quem taxe os homens de estupradores, de opressores, de insensíveis, de violentos, etc. etc.
Utilizam-se frases de pessoas anônimas para fundamentar um suposto preconceito, que ainda que existente em alguns poucos aspectos, é extremamente inflado para legitimar uma "revolução social". É natural, os conflitos são inerentes ao convívio humano e há sempre quem se aproveite disso como um meio para a obtenção de seus objetivos.
Se homens e mulheres são tão iguais, o Estado não tem o dever de fazer nada para equilibrar nada. A igualdade pressupõe o equilíbrio.
Como exemplo, utilizemos duas premissas: a mulher rende exatamente o mesmo que um homem e segue as mesmas carreiras; o empresário objetiva apenas o lucro,
Logo, não há motivo para eles receberem diferentes remunerações, como é pregado. Caso contrário, valeria a pena para o empregador contratar apenas mulheres e reduzir o custo de produção. A não ser que eles exerçam diferentes funções, tenham um tempo de experiência diferente, ou não rendam a mesma coisa.
Mulheres são tão vítimas de violência quanto homens no Brasil. A diferença é que uma é hipossuficiente no aspecto físico, o outro não. Por isso, aquela é mais tendente a ser subjugada, abusada. Para isso, a liberação do porte de armas de fogo seria muito bom, pois a bala de uma mulher tem o mesmo efeito da bala de um homem.

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